Pacote do governo é cosmético e complementar, diz o sócio-diretor Fabio Silveira

Por Luiz Guilherme Gerbelli e Aluísio Alves publicado na Época Negócios em 16/12/16

 

“O pacote de hoje é cosmético e complementar. Atua num pedaço importante da empresa, que é a folha de salários. Do jeito que a situação está tão ruim, essas medidas podem incentivar o desemprego (com a redução gradual da multa adicional de 10 por cento do FGTS em demissões). Não que elas tenham sido desenhadas para isso, mas as empresas precisam se ajustar ao quadro de quase depressão da economia brasileira. Com essa folga, elas vão poder respirar um pouco mais tranquilas e poder resistir de maneira mais confortável ao ambiente recessivo.”

Fabio Silveira, sócio-diretor da Macrosector Consultores

 

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Analistas apontam dólar mais forte em 2017

Entrevista para O Povo Online na coluna Jornal de Hoje em 15/12/16

 

A leitura dos analistas lá fora é que o dólar vai ficar mais forte no ano que vem, por conta de uma postura mais vigilante das autoridades econômicas.

“Em médio e longo prazos, as elevações de juros do Fed, que acabarão estimulando a desvalorização do real, podem dar novo fôlego às exportações. Ainda que o efeito Trump derrube o preço das commodities, o saldo pode ser positivo, já que os mercados não estão com excedentes de produtos básicos”, pondera Fabio Silveira, da consultoria MacroSector.

 

Indicadores nos EUA

Além de uma mudança de política fiscal, a presidente do Fed, Janet Yellen citou indicadores positivos da economia norte-americana para justificar a expectativa de três aumentos por ano até 2019.

Segundo ela, “a decisão de aumentar juros reflete confiança no progresso da economia”. Por outro lado, ela destacou ser incerta a capacidade de políticas tributárias para impulsionar a produtividade, reconhecendo que “há muita fonte de incerteza para as perspectivas econômicas”. (com agências)

 

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Entrevista de Fabio Silveira para o portal G1

Por Darlan Alvarenga e Marina Gazzoni, no G1 em 15/12/2016

 

Para o Fabio Silveira, sócio-diretor da consultoria Macro Sector, o efeito das medidas anunciadas serão limitados. “Tudo ajuda, mas o efeito será pequeno. São medidas secundárias para melhorar a liquidez das empresas”, diz.

Segundo ele, as empresas brasileiras passam por uma severa crise econômica e vêm perdendo receitas. “O que faria diferença mesmo para melhorar o nível de atividade seria a queda da taxa de juros, se possível, para menos de 12% ao ano. Isso iria reduzir o custo do crédito, fomentar investimentos e gerar uma atmosfera positiva para a economia”, afirmou.

 

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Recuperação das lavouras deve garantir boa performance do agronegócio em 2017

Por Gustavo Bonato na Reuters Brasil em 15/12/16

 

A economia do agronegócio brasileiro deverá ter um ano positivo em 2017, com crescimento da receita e dos negócios com commodities em função de uma safra recorde que beneficia as exportações e a produção de proteína animal no país, além de uma possível recuperação do poder de compra dos consumidores, disseram especialistas e lideranças do setor.

O grande motor da economia agropecuária do país no próximo ano deverá ser uma safra recorde de grãos que atingirá 213 milhões de toneladas no ciclo 2016/17, cujas colheitas começam já no primeiro trimestre do ano que vem. Se confirmada, a produção de grãos, puxada por soja e milho, será 14 por cento maior que a registrada na temporada anterior, quando a seca afetou fortemente as produtividades, especialmente do cereal.

“Na contramão da economia brasileira, o agronegócio aponta para um desempenho positivo em 2017 por causa do horizonte de melhora da receita agrícola (das lavouras). Temos pela frente preços relativamente estáveis… e temos o aumento da produção de grãos”, disse o sócio-diretor da consultoria MacroSector, Fábio Silveira.

 

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