Como ficaria a economia com Alckmin na presidência

Entrevista de Fabio Silveira para o Portal Varejo em Dia.


Inflação anual ao redor de 4,5, Selic, de 7%, taxa de câmbio, de R$ 3,90, e PIB (Produto Interno Bruto) crescendo 2,5%.

Esses são números previstos para 2019 com Geraldo Alckmin no comando do país, de acordo com análise de Fabio Silveira, sócio-diretor da MacroSector Consultores.

Alckmin, candidato à presidência do Brasil pelo PSDB, é considerado um “homem do establishment, e, portanto, capaz de trazer calma para os mercados de câmbio e de juros”, diz.

Com Jair Bolsonaro (PSL) na presidência do país, as projeções de Silveira são outras. Leia mais.

 

Algodão Brasileiro

Entrevista de Eduardo Daher para o AgroJornal


Uma entrevista com o sócio da MacroSector Consultores, Eduardo Daher, que fala sobre os a retomada do cultivo de algodão.

Eduardo Daher é Economista e Administrador com pós-graduação em Marketing pela FGV, Ex-Diretor Executivo da ANDA e da ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal) e Ex-Presidente e atual Conselheiro da ABMR&A. É também conselheiro da Associação Brasileira do Agronegócio, do Conselho Superior do Agronegócio e da FUNDEPAG, ligada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Brasil deve criar 350 mil empregos em 2018, após destruir 2,8 milhões

Entrevista de Fabio Silveira para o Portal Varejo Em Dia.


Ainda sob o impacto da redução dos juros e da melhora nas exportações do primeiro semestre, o mercado de trabalho deve criar cerca de 350 mil empregos neste ano, na contramão dos últimos três anos em que 2,82 milhões de vagas foram extintas no país.

A projeção foi feita pelo economista Fabio Silveira, sócio-diretor da consultoria MacroSector, após o governo divulgar os dados do emprego em junho, mês em que pela primeira vez neste ano as demissões superaram as contratações.

Foram 661 vagas fechadas em junho, de acordo com o resultado do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), na contramão dos primeiros cinco meses do ano.

“O que aconteceu com o emprego formal em junho já é reflexo da greve dos caminhoneiros, penalizando setores não só ligados ao transporte e logística, mas também ao agronegócios, ao comércio, à indústria e a todos os serviços relacionados a eles”, diz o economista.  Leia mais.